Biografia de H.J. Eysenck

 

 

HANS JÜRGEN EYSENCK (1916-1997), que foi um dos Psicólogos mais importantes do Século XX, nasceu em Berlim (Alemanha), a 4 de Março de 1916, na época conturbada da Primeira Guerra Mundial, e morreu em Londres (Inglaterra), a 4 de Setembro de 1997 (Nesta página, poderá ver 3 vídeos sobre o autor).

H. Eysenck era o filho único de uma família alemã ligada às artes. O seu pai era Anton Eduard Eysenck, um conhecido comediante, ator e cantor. A sua mãe era Ruth Werner, uma atriz de teatro em ascensão que se tornou numa estrela de cinema mudo com o nome de Helga Molander. Os pais do pequeno H. Eysenck divorciaram-se quando ele tinha apenas 2 anos. Devido à ausência dos seus pais, ele foi criado pela avó materna, com quem tinha uma relação muito próxima. A sua avó, de origem judaica (Silésia), também estava ligada ao teatro e à ópera, e era uma pessoa religiosa (Igreja Luterana, Evangelische Kirche), contrariamente aos seus pais. H. Eysenck cresceu num ambiente de tolerância e livre de que qualquer compromisso religioso formal. A sua avó tinha uma vasta biblioteca com os grandes clássicos da literatura alemã, inglesa e francesa, e o pequeno H. Eysenck adorava passar muito do seu tempo a lê-los. A sua avó viria mais tarde a ser assassinada num campo de concentração nazi, durante a Segunda Grande Mundial (1939-1945).

H. Eysenck foi um excelente aluno. Como estudante, mantinha um espírito crítico em relação aos conteúdos que lhe eram ensinados e nunca hesitava em desafiar os seus professores com o seu conhecimento e intelecto superiores. H. Eysenck, que lia muitos livros que não eram objeto de estudo nas suas aulas, despertou o interesse pela Física com a leitura da obra «Umsturz im Weltbild der Physik» do reconhecido físico Max Born (1882-1970). Completou o Ensino Secundário no liceu berlinense Friedrich Wilhelm Real-Gymnasium.

H. Eysenck era independente, obstinado, cético e muito incisivo nas críticas que tecia; em adulto, estas características tornaram-no num académico brilhante, mas também num dos mais polémicos.

Para H. Eysenck, os fatores genéticos eram mais determinantes para o desenvolvimento da personalidade do que as experiências ambientais, como as que teve na sua infância. O autor referiu na sua autobiografia que o facto de ter nascido e crescido numa família dedicada às artes (cinema, teatro, literatura, música, pintura), não o impediu de ter a vontade de seguir o caminho da ciência – para ele, as artes eram para apreciar, para se deleitar, para se emocionar, enquanto que a ciência era a clara opção para a sua carreira profissional.

H. Eysenck viveu as dificuldades económicas e sociais que se seguiram à derrota da Alemanha na Primeira Guerra Mundial (1914-1918) (agravadas pela Grande Depressão de 1929), e que culimaram com a ascensão de Adolf Hitler (1889-1945) ao poder em Janeiro de 1934. Nesse ano, com 18 anos, H. Eysenck pretendia estudar Física na Universidade de Berlim. Mas, foi-lhe exigido que se filiasse ao partido nazi e que se alistasse no exército alemão. Ele recusou e decidiu deixar a Alemanha. H. Eysenck não concebia viver num país sem liberdade e sem livre expressão. Além disso, a sua vida corria perigo, uma vez que ele era simpatizante dos judeus.

Primeiramente estabeleceu-se em França, onde estudou Literatura e História na Universidade de Dijon, e depois em Inglaterra, na Universidade de Exeter.

Depois mudou-se para Londres para estudar Física, como desejara desde sempre. Tentou matricular-se na Universidade de Londres (University College London), mas a sua candidatura foi recusada, porque carecia dos pré-requisitos que eram exigidos (faltavam algumas disciplinas no seu currículo, o que o obrigaria a perder um ano para as conseguir obter). Então, H. Eysenck acabou por ingressar no curso de Psicologia (um dos que era viável).

Naquela época, o Departamento de Psicologia da Universidade de Londres era fortemente influenciado pela Psicanálise de Sigmund Freud (1856-1939) e pela Psicologia das Diferenças Individuais e pela Psicometria de Charles Spearman (1863-1945); Spearman tinha-se aposentado e foi substituído por Cyril Burt (1883-1970) (fundador da Sociedade Britânica de Psicanálise). H. Eysenck rapidamente se apercebeu das limitações do estatuto da Psicologia como disciplina científica e arrependeu-se da sua escolha.

Ele era muito crítico em relação à Psicanálise, devido à falta de comprovação científica das suas teorias e dos seus métodos. Mais tarde, testou as teorias freudianas através do método experimental e publicou as suas conclusões nos seguintes livros: em 1973, «The Experimental Study of Freudian Theories», e em 1985, «Decline and Fall of the Freudian Empire» (clique aqui para ver uma ENTREVISTA (1)).

Durante a sua formação, H. Eysenck dedicou-se também ao estudo de outras áreas, como a Filosofia, a Sociologia, a Fisiologia e a Estatística.

Apesar do seu arrependimento inicial, em 1938 H. Eysenck finalizou a Licenciatura (Bachelor’s degree) em Psicologia e em 1939 publicou o seu primeiro artigo «Primary Mental Abilities». Em 1940, finalizou o Doutoramento (Ph.D.) também em Psicologia, sob a orientação do Professor Burt. Burt realizava estudos na área da inteligência e tinha sido o orientador do reconhecido psicólogo inglês e teórico da personalidade, Raymond Cattell (1905-1998), que finalizou o Doutoramento em 1929.

Deste modo, H. Eysenck viria a dedicar toda a sua vida académica à Psicologia e ao estudo científico do comportamento humano, desenvolvendo importantes investigações quer no domínio da inteligência, quer no domínio da personalidade. O interesse inicial pela Física viria a influenciar fortemente o seu modo de conduzir as pesquisas na área da Psicologia, recorrendo a rigorosos métodos experimentais e estatísticos. Neste sentido, H. Eysenck estabelecia muitas vezes um paralelismo entre os métodos utilizados pela Física para explicar os fenómenos naturais e os métodos que a Psicologia deveria utilizar para explicar os fenómenos psicológicos.

Mais tarde, na sua autobiografia, o autor reconheceu que a escolha da formação em Psicologia foi a melhor para si, uma vez que a enorme competitividade que na altura existia na área da Física tê-lo-ia impedido de dar um contributo tão importante como o que teve na construção da Psicologia como disciplina científica.

Em 1938, no ano em que acabou a sua Licenciatura, H. Eysenck casou-se com Margaret Davis, que era uma rapariga canadiana que se formara em Matemática. Ela acabou por se interessar também pela Psicologia e tirou um Mestrado (M.Sc.) no mesmo Departamento. Deste casamento, nasceu Michael William Eysenck (1944-presente), que é hoje um reconhecido psicólogo da área cognitiva (Professor Emérito da Royal Holloway, University of London).

Embora H. Eysenck nutrisse um sentimento de repulsa pelo regime nazi, devido à perseguição aos judeus, com o eclodir da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) o seu estatuto em Inglaterra era de “estrangeiro inimigo”. Tal facto prejudicou as suas perspetivas de emprego. Então, ele alistou-se no exército britânico para combater o regime de Hitler, primeiro na Royal Air Force e depois nas restantes unidades das forças armadas. Mas, por ser cidadão alemão, foi recusado. Ele ficou conhecido como o “judeu branco”, por simpatizar com o povo judeu oprimido pelos nazis.

Mesmo não possuindo formação em Psicologia Clínica, H. Eysenck acabou por ser admitido como psicólogo investigador no recém-criado War Office Selection Board (WOSB) do Mill Hill Emergency Hospital em 1942, no âmbito do programa de defesa civil britânico. Por causa da guerra, os serviços do Maudsley Hospital de Londres (um hospital universitário de psiquiatria) tinham sido fechados e restabelecidos nos arredores da cidade, no Mill Hill Emergency Hospital.

Neste departamento, dirigido pelo psiquiatra emergente Aubrey Lewis (1900-1975), H. Eysenck acompanhou os veteranos de guerra que sofriam de diversas perturbações psicológicas como a depressão, a ansiedade e a histeria. Foi também nesta instituição que começou a desenvolver os seus primeiros estudos experimentais e estatísticos e onde desenvolveu trabalhos na área da terapia comportamental.

H. Eysenck considerava a classificação psiquiátrica das perturbações mentais muito limitada, por adotar uma perspetiva categorial e por estabelecer grupos de diagnóstico sem nenhuma relação entre si. Através do método da análise fatorial, primeiramente introduzido por Spearman e depois utilizado por Louis Thurstone (1887-1955), H. Eysenck verificou que a aplicação de um modelo de análise dimensional permitia compreender melhor as características emocionais e comportamentais dos doentes, por estabelecer um contínuo entre o comportamento normal e o patológico.

Nestes estudos, o autor identificou as duas dimensões fundamentais da personalidade e do temperamento: o Neuroticismo (“integração vs.neuroticismo”) e a Extroversão (“introversão/distimiavs.extroversão/histeria”). Com base nas evidências empíricas obtidas, H. Eysenck construiu o denominado Modelo Bi-Dimensional da Personalidade (1947). Os fundamentos teóricos e epistemológicos deste modelo, originados a partir dos sistemas tipológicos clássicos, foram publicados em 1947, no seu primeiro livro «Dimensions of Personality», em 1952, no livro «The Scientific Study of Personality», e em 1953, no livro «The Structure of Human Personality».

O ódio que H. Eysenck tinha pelo regime nazi (extrema direita), o qual assassinou a sua avó, fez com que se tornasse simpatizante da política comunista da altura (extrema esquerda). No entanto, mais tarde, ele acabou por atenuar essa simpatia ao apercebeu-se que ambos os extremos políticos eram problemáticos. Apesar do seu distanciamento, o autor manteve o interesse pelo estudo do comportamento político.

Esta vivência sugeriu-lhe a existência de um traço de rigidez do pensamento, caracterizado pela baixa tolerância à ambiguidade, em oposição à flexibilidade do pensamento. H. Eysenck realizou diversas pesquisas e constatou que tanto os comunistas radicais como os fascistas conservadores possuíam o referido traço, assim como os traços de autoritarismo, hostilidade, egocentrismo, entre outros. As conclusões foram publicadas em 1954 no seu livro «The Psychology of Politics».

Por seu turno, a experiência clínica que H. Eysenck adquiriu no Mill Hill Emergency Hospital, levou-o também a identificar a presença de alguns destes traços de personalidade nos doentes psicóticos e nos psicopatas. Estes traços remetiam para uma terceira dimensão de personalidade que o autor designou de Psicoticismo. Os primeiros estudos sobre esta dimensão foram publicados no livro «The Scientific Study of Personality».

Todavia, só algumas décadas mais tarde é que H. Eysenck reuniu o suporte empírico necessário para considerar em definitivo o Psicoticismo como a terceira dimensão fundamental da personalidade, no denominado Modelo P-E-N (1975) ou Big Three. Estas investigações foram publicadas em 1976 no livro «Psychoticism as a Dimension of Personality».

 

No pós-guerra, em 1946, H. Eysenck passou a integrar o Departamento de Psicologia do restabelecido Instituto de Psiquiatria do Hospital de Maudsley (Londres), desempenhando as funções de psicólogo investigador.

E em 1947, tornou-se no novo Diretor do Departamento de Psicologia, substituindo Lewis. Contudo, este departamento viria a sofrer graves problemas de financiamento, o que obrigou H. Eysenck a procurar um novo emprego. Foi então que Lewis persuadiu a Universidade de Londres a abrir no Instituto de Psiquiatria o denominado University Postgraduate Federation, com o objetivo de formar profissionais na área clínica. Lewis convidou H. Eysenck para liderar todo o projeto de formação e de especialização no domínio da Psicologia Clínica, profissão que não existia na Grã-Bretanha naquela altura.

Entretanto, em 1949, H. Eysenck tornou-se Professor Convidado da Universidade da Pensilvânia (Estados Unidos), usufruindo de uma bolsa concedida pela Rockefeller Foundation. Deste modo, entre 1949 e 1950, H. Eysenck visitou os centros de Psicologia Clínica nos Estados Unidos e no Canadá, com o objetivo de examinar o seu funcionamento e de implementar os seus programas na Universidade de Londres. No entanto, após esse período de análise, ele concluiu que os programas adotados eram inadequados e que não cumpriam os pressupostos científicos.

Na sua conceção, os princípios e os conhecimentos da Psicologia Clínica sobre a psicopatologia não eram aplicados naqueles centros, uma vez que: existia uma subserviência da Psicologia Clínica à Psiquiatria e aos modelos médicos; os diagnósticos clínicos eram elaborados sem recurso à avaliação psicológica (apenas com a utilização de técnicas projetivas); ao nível da intervenção, eram aplicados os modelos terapêuticos psicanalíticos; entre outros problemas.

Para o autor, a aplicação da Psicologia Clínica deveria: seguir as leis da Psicologia académica, que se baseiam nas conclusões provenientes dos estudos experimentais e estatísticos sobre as características do comportamento patológico; ser independente da prática dos outros profissionais, sob pena de originar uma inevitável adoção dos seus conceitos e valores em detrimento dos seus próprios; desenvolver novas técnicas de terapia comportamental, em alternativa aos modelos terapêuticos psicanalíticos, na medida em que os pressupostos teóricos da Psicanálise não tinham sido cientificamente comprovados (o mesmo em relação à sua eficácia terapêutica). Naquela época, nenhum destes requisitos era cumprido. Por isso, a intenção de os implementar foi completamente revolucionária e levaram H. Eysenck a travar uma “batalha” com o sistema psiquiátrico britânico.

Os trabalhos de H. Eysenck efetuados na área da terapia comportamental foram publicados na Década de 60.

Em 1950, H. Eysenck introduziu um novo método estatístico – a análise de critério – para examinar as diferenças qualitativas (intergrupais) e quantitativas (intragrupais) de dois grupos distintos. Este método derivou da aplicação do método hipotético-dedutivo à análise fatorial e foi desenvolvido com o objetivo de analisar grupos clínicos (modelo dimensional).

No período em que viajava para os Estados Unidos, H. Eysenck era acompanhado por Sybil Bianca Giuliett Rostal (Eysenck; 1927-presente), uma psicóloga quantitativa especializada na construção e validação de instrumentos de avaliação da personalidade que dava aulas na Universidade de Londres.

 

Ela nasceu em Viena (Áustria) e era filha de um conhecido violinista, Max Rostal, que estava exilado no Reino Unido. Sybil, que se tinha dedicado ao estudo da Matemática e da Qmica, procurou em Londres formar-se numa área das Ciências Humanas. Acabou por escolher a área da Psicologia, tirando o seu Doutoramento sob a orientação do reconhecido psicólogo Philip Vernon (1905-1987), que era amigo de H. Eysenck. Sybil tinha obtido a nacionalidade britânica em 1946 e H. Eysenck um ano mais tarde.

 

H. Eysenck e a sua mulher, Margaret, foram-se distanciando e este acabaria por se casar com Sybil em 1950, com quem teve três filhos e uma filha.

 

S. Eysenck foi co-autora de inúmeras publicações de H. Eysenck.

 

Quando regressou dos Estados Unidos, H. Eysenck abriu o Departamento de Psicologia da Universidade de Londres (integrado no Instituto de Psiquiatria do King’s College London) e em 1955 tornou-se Professor de Psicologia daquela universidade.

A partir desta altura, e até ao fim da sua carreira académica, H. Eysenck foi incrivelmente produtivo, desenvolvendo um vasto programa de investigação que abrangia diversas áreas da Psicologia (experimental, clínica, comportamental, social, psicométrica). O Departamento de Psicologia por si criado tornou-se no primeiro centro de formação clínica e de investigação da personalidade (avaliação e genética do comportamento).

Em 1981, a lista de publicações científicas de H. Eysenck ultrapassava as 650, entre artigos, livros e capítulos de livros. Não dava sinais de abrandamento.

A ampla abrangência dos interesses de investigação de H. Eysenck levava-o muitas vezes a assumir posições impopulares por tentar, com base em evidências empíricas, derrubar os dogmas existentes (clique aqui para ver um DOCUMENTÁRIO (2)).

Na Década de 60, o psicólogo americano Arthur Jensen (1923-2012) declarou que o nível de QI (quociente de inteligência) diferia em função da raça (conceito antropológico) e que os sujeitos negróides obtinham em média menos 15 pontos do que os sujeitos caucasóides. H. Eysenck, que tinha realizado estudos genéticos sobre a inteligência, veio a público defender a afirmação de Jensen e justificar que a causa dessas diferenças individuais se devia a fatores genéticos e fisiológicos. Esta declaração, baseada em dados empíricos e não em sentimentos racistas, como foi acusado, criou uma enorme polémica na altura.

Em 1971, numa visita à Universidade da Califórnia, Berkeley (Estados Unidos), H. Eysenck teve que ser escoltado devido aos violentos protestos à saída daquela instituição; os manifestantes, que o acusavam de ser nazi, ficaram surpreendidos quando mais tarde descobriram que H. Eysenck tinha deixado a Alemanha por causa do regime nazi.

Ainda assim, o seu livro «The IQ Argument» (1971) despoletou também uma reação violenta nos Estados Unidos, onde as livrarias foram ameaçadas de represálias caso o colocassem à venda.

A par dos importantes contributos do autor no domínio da Personalidade e no domínio da Inteligência, outros estudos ficaram positivamente célebres. Por exemplo, os estudos sobre a relação entre a tendência para fumar, a saúde e a personalidade, publicados em 1965 no livro «Smoking, Health and Personality». De acordo com H. Eysenck, existiam certos traços de personalidade que influenciavam a tendência dos sujeitos para fumar e que aumentavam a sua propensão para desenvolver doenças físicas, como o cancro.

Em 1983, H. Eysenck aposentou-se da Universidade de Londres e dos Hospitais de Maudsley e Bethlehem Royal (de Londres), com os quais colaborou durante várias décadas. Em virtude da sua notável carreira científica a Universidade de Londres atribuiu-lhe o título de Professor Emérito.

 

Mesmo estando aposentado, H. Eysenck dedicou-se à investigação, publicando trabalhos sobre a inteligência, a criatividade e a terapia comportamental no cancro.

Em 1990, H. Eysenck publica a sua autobiografia «Rebel with a Cause: The Autobiography of Hans Eysenck» (clique aqui para ver uma ENTREVISTA (3)).

Em 1996, foi-lhe diagnosticado um tumor cerebral. Mas, H. Eysenck continuou a sua produção científica até ao limite das suas possibilidades.

Em Setembro de 1997, aos 81 anos, acabou por falecer numa casa de repouso em Londres.

 

Bibliografia

  • Eysenck, H.J. (1980). An autobiography. In G. Lindzey (Ed.), A history of psychology in autobiography (Vol.7, pp.153-187). San Francisco, California: W.H. Freeman.

  • Eysenck, H.J. (1991). Hans J. Eysenck: Maverick psychologist. In C.E. Walker (Ed.), The history of clinical psychology in autobiography (Vol.2, pp.39-86). Pacific Grove, California: Brooks/Cole.

  • Eysenck, H.J. (1997). Rebel with a cause: The autobiography of Hans Eysenck. New Brunswick, New Jersey: Transaction Publishers.

  • Feist, J., & Feist, G.J. (2008). Teorias da personalidade (6ª ed.). São Paulo: McGraw-Hill Interamericana.

  • Gibson, H.B. (1981). Hans Eysenck: The man and his work. London: Peter Owen.

  • Hall, C.S., Lindzey, G., & Campbell, J.B. (2000). Teorias da personalidade (4ª ed.). Porto Alegre: Artmed.

 

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Almiro, P.A. (2013). H.J. Eysenck: Meio Século de Inovação. Retrieved XX/XX/XXXX from https://hj-eysenck.webnode.pt/.